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sábado, 6 de setembro de 2014

Eleições 2014: Delação balança campanha presidencial - "Petrolão da Petrobras"


Eleições 2014: Delação balança campanha presidencial
Eleições 2014: Delação balança campanha presidencial

Mais um escândalo vergonhoso de corrupção


O Brasil é novamente sacudido por um escândalo que envolve a Petrobrás e diversos políticos da Câmara e do Senado, dentre eles os presidentes das duas casas, Renan Calheiros e Henrique Eduardo Alves, ambos do PMDB, o ministro das Minas e Energia, Edson Lobão, além de governadores. A delação premiada de Paulo Roberto Costa balança a campanha eleitoral do País, justo quando entra na sua reta final e, certamente, causará danos insanáveis, com a possibilidade de os políticos citados, caso haja provas consistentes oferecidas pelo delator, venham a ser, mais adiante, excluídos da política por decisão do Supremo Tribunal Federal. A delação chegou ao conhecimento público na tarde de ontem, e, com detalhes, na revista Veja que está a circular. Alguns nomes citados, como o de Renan Calheiros, eram de fato esperados em qualquer delação que se fizesse envolvendo um número espantoso de políticos, mas outros surpreendem como o de Eduardo Campos, candidato à Presidência que perdeu a vida na tragédia aérea de Santos. Para que o delator tenha direito às vantagens da delação, terá que oferecer provas dos nomes por ele entregues e, como sabe deste requisito, acredita-se mesmo que as tenha. O novo escândalo de certa forma era esperado, mas chega para balançar a mídia e ocupar, talvez, o primeiro plano do noticiário, dividindo com a campanha eleitoral, sobretudo dos presidenciáveis que atinge o patamar da indecisão entre Dilma e Marina Silva. Atores de vulto da campanha de Dilma já admitem que a delação poderá abalar a campanha da candidata.

PT admite danos à campanha de Dilma com delação de ex-diretor da Petrobras

PT admite danos à campanha de Dilma com delação de ex-diretor da Petrobras
Foto: Reprodução
Os dirigentes do PT admitiram nesta sexta-feira (5) que a revelação dos nomes apontados pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa nos esquemas de desvios e lavagem de dinheiro pode deixar a candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) na defensiva nestes próximos dias. De acordo com a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, a torcida dos aliados da presidente é para que o impacto da denúncia se dilua entre os parlamentares citados pelo ex-diretor da estatal. Porém, o envolvimento de políticos da base da presidente certamente irá prejudicar a campanha. Dilma tentará, segundo auxiliares, retomar o discurso de combate à corrupção e evocar a “faxina ética” como fizera no início de seu governo, em 2011, quando afastou seis ministros. Já o comitê de Aécio Neves (PSDB) ficou animado com os possíveis danos se estenderem à candidatura de Marina Silva (PSB/Rede), principalmente com a delação do nome de Eduardo Campos, antigo presidente nacional da sigla. 

Mario Negromonte é apontado por ex-diretor da Petrobras como participante de esquema

Mario Negromonte é apontado por ex-diretor da Petrobras como participante de esquema
Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
O ex-deputado da Assembleia Legislativa (AL-BA) e recém-empossado conselheiro do Tribunal de Contas do Município (TCM), Mário Negromonte (PP), é apontado pela Revista Veja, da edição desta semana, como um dos nomes vazados pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa na delação premiada. Preso em março pela Polícia Federal, sob a acusação de participar de um mega esquema de lavagem de dinheiro comandado pelo doleiro Alberto Youssef, o ex-diretor de Abastecimento e Refino elencou outros nomes muito conhecidos pela política brasileira que participaram do esquema investigado pela Operação da Polícia Federal Lava Jato, a partir de contratos realizados na estatal. Entre eles, estão os presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), além do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA). Do Senado, Ciro Nogueira (PI), presidente nacional do PP, e Romero Jucá (PMDB-RR), o eterno líder de qualquer governo, o petista Cândido Vaccarezza (SP) e João Pizzolatti (SC). Entre os governadores delatados, estão o presidenciável morto em um acidente aéreo Eduardo Campos (PSB), Sérgio Cabral (PMDB), ex-governador do Rio de Janeiro, e Roseana Sarney (PMDB), atual governadora do Maranhão.  
 

Renan Calheiros é citado em depoimentos da Lava Jato

por Andreza Matais, Ricardo Brito e Fabio Brandt l Estadão Conteúdo

Renan Calheiros é citado em depoimentos da Lava Jato
O ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, citou pelo menos 32 deputados e senadores, um governador e cinco partidos políticos que receberiam comissões sobre os valores de contratos firmados pela empresa. Alvo da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, Paulo Roberto depôs em regime de delação premiada para tentar obter o perdão judicial.
O nome do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi mencionado pelo ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, em depoimentos prestados à Justiça na tentativa de conseguir o perdão judicial por meio da delação premiada. A empresa UTC Engenharia também foi citada pelo ex-executivo como integrante do esquema que desviou recursos de contratos bilionários da Petrobras. As empresas ganhariam os contratos em troca de pagar propina de 3% para deputados e senadores, conforme antecipado pelo Broadcast nesta tarde. Um dos negócios mencionados envolvendo Renan é um acerto com o doleiro Alberto Youssef para que o Postalis comprasse R$ 50 milhões emitidos da Marsans Viagens e Turismo, que tinha Youssef como um dos investidores. O doleiro teria se reunido com Renan, em Brasília, no início de março, para acertar a comissão do PMDB nesse negócio. O fundo de pensão dos Correios é controlado pelo PMDB e PT. O negócio não ocorreu porque estava em curso quando Youssef e Paulo Roberto foram presos. A empresa fechou após as prisões. A assessoria de Renan afirmou que não localizou o senador para comentar o assunto. A UTC Engenharia também não respondeu até a noite desta sexta-feira, 5, os questionamentos da reportagem. Paulo Roberto relatou aos policiais a formação de um cartel de partidos políticos que atuavam para desviar recursos da Petrobras por meio de comissões em contratos arranjados. E exemplificou: "Todo dia tinha político batendo na minha porta". Num dos depoimentos, ele citou uma conta de um "operador do PMDB" em um banco europeu. Paulo Roberto contou que os desvios nos contratos da Petrobras envolveriam desde o funcionário do terceiro escalão até a cúpula da empresa, durante sua gestão na diretoria de Abastecimento. Os depoimentos são todos filmados e tomados em uma sala na Custódia da PF. Ao final de cada dia, são lacrados e criptografados pelo MPF, que os envia diretamente para a PGR que mandou emissário a Curitiba no início do processo de delação. O doleiro Alberto Youssef, preso acusado de ser um dos cabeças do esquema desbaratado pela Lava Jato, também tentou negociar com o MP uma nova delação premiada (ele fez a primeira no caso do Banestado), mas o advogado o demoveu da ideia porque pegaria pelo menos 3 anos de prisão, em regime fechado.
 

Deputados, senadores e governador receberam propina, diz ex-diretor da Petrobras

Deputados, senadores e governador receberam propina, diz ex-diretor da Petrobras
Foto: Geraldo Magela / Agência Senado
O ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, citou pelo menos 32 deputados e senadores, um governador e cinco partidos políticos que receberiam comissões sobre os valores de contratos firmados pela empresa. Alvo da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, Paulo Roberto depôs em regime de delação premiada para tentar obter o perdão judicial. O número se refere apenas aos primeiros depoimentos, mas como o processo ainda não terminou novos nomes podem surgir. Segundo o ex-diretor, havia um cartel de empreiteiras em quase todas as áreas da estatal e “todo dia tinha político batendo em sua porta”. Ele contou que, durante sua gestão na diretoria de Abastecimento, entre 2004 e 2012, os desvios nos contratos da Petrobras envolveram desde funcionários do terceiro escalão até a cúpula da empresa. Ao final do processo, as citações a políticos deverão ser remedidos para a Procuradoria-Geral da República (PGR) por causa do foro privilegiado. Com o acordo de delação premiada, ao invés de 50 anos de prisão que poderia pegar, Paulo Roberto deve apenas ficar um ano com uma tornozeleira eletrônica, em casa, e sem poder sair na rua. Segundo um dos seus advogados, ele está “exausto” com a série de depoimentos, mas “se diz aliviado”. O doleiro Alberto Youssef, também preso por supostamente ter encabeçado um esquema bilionário de lavagem de dinheiro, também tentou negociar com o Ministério Público Federal uma nova delação premiada, mas desistiu ao ser informado que pegaria ao menos três anos de prisão em regime fechado

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