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terça-feira, 12 de abril de 2016

A 28° fase da Lava Jato: Gim Argello, o homem de R$ 1 bilhão e mais um monte de gente


O homem de R$ 1 bilhão

A 28° fase da Lava Jato confirma o anexo 15 da delação de Delcídio Amaral.
Matheus Leitão, do G1, explica:
"O resumo do anexo traz o título 'pedágios cobrados na CPMI da Petrobras', que bate com as informações divulgadas pela PF sobre a nova etapa. Nele, o Ministério Público Federal afirma que Delcídio 'sabe de ilicitudes envolvendo o desfecho da CPMI que apurava os crimes no âmbito da Petrobras'.
De acordo com o documento, 'a CPMI de 2014 obrigava Leo Pinheiro, Julio Camargo e Ricardo Pessoa a jantarem todas as segundas-feiras em Brasília'. 'O objetivo desses jantares era evitar que os empresários fossem convocados para depor perante a CPMI'".
Duas questões:
1 - Delcídio Amaral denunciou um monte de gente. Em particular, Lula e Dilma Rousseff.
2 - A CPI da Petrobras abafada por Gim Argello foi convocada para apurar dois escândalos diretamente relacionados a Dilma Rousseff: a roubalheira de Pasadena e a propina da SBM.
A placa de Gim agora é 0028
A placa de Gim agora é 0028

Ex-corretor que virou senador na vaga de Joaquim Roriz em 2007, Gim Argello comemorou em 2009 ter alcançado seu primeiro bilhão, segundo reportagem publicada na ISTOÉ.
A matéria contava a ascensão do político, que virou dono de rádios, jornais e de uma franquia dos Correios.

Operação respinga em Vital e Marco Maia


Na CPI da Petrobras, Gim Argello era vice de Vital do Rêgo, que virou ministro do TCU. O relator da comissão era o deputado Marco Maia.
Gim vendia a seus interlocutores a ideia de que tinha total influência sobre Vital e Maia.
São apontados como operadores de Gim o jornalista-lobista Paulo Roxo, conhecido na capital federal, e Valério Neves, secretário-geral da Câmara Legislativa do Distrito Federal.

VITÓRIA DE PIRRO: AS CONDUÇÕES COERCITIVAS

São alvo de conduções coercitivas o filho de Gim, Jorge Argello Júnior, além dos executivos da OAS Roberto Zardi Ferreira Jorge, Gustavo Nunes da Silva Rocha, Dilson de Cerqueira Paiva Filho e Marcos Paulo Ramalho.
Roberto Zardi é diretor de Relações Institucionais, que faz o contato político em Brasília. Gustavo Rocha é presidente da Invepar - o consórcio formado pela OAS com Funcef, Previ e Petros. Dilson Paiva é diretor administrativo da construtora. Marcos Ramalho era o secretário de Léo Pinheiro.

Fonte: O Atangonista

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