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sábado, 9 de julho de 2016

EXCLUSIVO: A campanha de fachada e o DOLEIRO DO PT É ADVOGADO DO 'GARÇOM DE LULA'

A fábula de Dilma


A reportagem de capa da IstoÉ demole Dilma Rousseff.
Ela mostra que as gráficas denunciadas em O Antagonista - em particular, VTPB, Focal e Seg - foram usadas pela campanha de 2014 para lavar dinheiro.
Na última semana, diz a revista, o relatório do TSE "entrou em fase final de redação e uma perícia deverá ser oficialmente divulgada no próximo mês. ISTOÉ apurou que as evidências de lavagem de recursos desviados da Petrobras se confirmaram. As empresas VTPB, Focal e Red Seg não conseguiram comprovar que prestaram os serviços declarados durante as últimas eleições, o que reforçam os indícios de que eram mesmo de fachada e serviram de ponte para o pagamento de propinas do Petrolão. Juntas, elas receberam uma fábula da campanha de Dilma em 2014: R$ 52 milhões". 

EXCLUSIVO: DOLEIRO DO PT É ADVOGADO DO 'GARÇOM DE LULA'


O Antagonista descobriu que Carlos Cortegoso, o garçom de Lula que recebeu R$ 24 milhões da campanha de Dilma Rousseff, contratou o escritório Decreci & Claramunt Sociedade de Advogados.
A banca tem como sócios Márcio Decreci e Antonio Claramunt, o Toninho da Barcelona.
Para não chamar atenção, quem aparece publicamente é Decreci. Mas a ficha de Claramunt está no processo que investiga a campanha de Dilma no TSE, obtido por O Antagonista.
Toninho da Barcelona é doleiro famoso desde o caso Banestado, foi condenado por Sérgio Moro e também esteve envolvido no mensalão.
Foi preso na Operação Farol da Colina, que levou à queda do então superintendente da PF em São Paulo, Francisco Baltazar, que foi chefe da segurança de Lula em suas quatro campanhas.
Toninho da Barcelona conseguiu flexibilização da pena, cursou Direito numa faculdade privada e conseguiu registro na OAB em 2010. Em setembro de 2014, em plena campanha eleitoral, ele abriu o escritório de advocacia com Decreci para atender a Focal.


A campanha de fachada


A VTPB, a Focal e a Red Seg, vistoriadas pelo TSE, “não apresentaram notas fiscais, comprovantes de pagamento, ordens de serviço, contratos trabalhistas ou de subcontratação de terceiros, além de extratos de transferências bancárias que justificassem as atividades exercidas para a campanha de Dilma a um custo milionário”, disse a IstoÉ.
Gilmar Mendes comentou:
“A ausência da devida comprovação de gastos eleitorais, principalmente quando envolver altos valores, pode indicar a ocorrência de graves fraudes e até lavagem de dinheiro, com sérias consequências”.

O motorista da Dilma


A Rede Seg é um caso ainda mais flagrante do que a Focal e a VTPB.
A IstoÉ informa que, “abastecida com R$ 6,15 milhões da campanha de Dilma, a gráfica sequer entregou ao TSE cópias ou originais do livro contábil, porque ele simplesmente não existe.
A gráfica – 8ª maior beneficiária de dinheiro da campanha que reelegeu a presidente da República em 2014 – não faz contabilidade escriturada da empresa. Isto, por si só, já configuraria, no mínimo, um ‘ilícito fiscal’.
A Red Seg também está lotada em um imóvel que abriga somente uma guilhotina de papel e uma impressora, que também é filha única. Os documentos do estabelecimento apontam como proprietário Vivaldo Dias da Silva. Um ano antes da campanha, de acordo com dados do Ministério do Trabalho, ele era motorista e ganhava salário de R$ 1.490”.

A LAVANDERIA ELEITORAL DE DILMA


A descoberta da relação do doleiro Toninho da Barcelona com a Focal, segunda empresa que mais recebeu recursos da campanha de Dilma Rousseff, reforça a suspeita de que a empresa foi usada para lavagem de dinheiro.
O TSE, mais do que nunca, precisa quebrar o sigilo bancário e fiscal da Focal e das gráficas fantasmas, como a VTPB.

Troca-troca do "Garçom do Lula"


Carlos Cortegoso, o "Garçom do Lula", não gosta de ser chamado de "Garçom do Lula".
A IstoÉ perguntou-lhe:
"Como o sr. era garçom do Lula e conseguiu ficar milionário?"
Ele respondeu:
"Tem cara que tem que limpar banheiro cheio de m*, tem cara que dá o c*. E tem cara que tem de criar personagem, tipo o mordomo, garçom. Porque o empresário perdeu a graça".
O repórter insistiu:
"Mas o sr. não era garçom?"
Ele esclareceu:
"Falo três idiomas. Fui executivo. É igual a um menino que fez troca-troca com dez anos. Aos 59, ele é gay? Então, eu fui garçom há 41 anos".

EXCLUSIVO: DOLEIRO DO PT É ADVOGADO DO 'GARÇOM DE LULA'


O Antagonista descobriu que Carlos Cortegoso, o garçom de Lula que recebeu R$ 24 milhões da campanha de Dilma Rousseff, contratou o escritório Decreci & Claramunt Sociedade de Advogados.
A banca tem como sócios Márcio Decreci e Antonio Claramunt, o Toninho da Barcelona.
Para não chamar atenção, quem aparece publicamente é Decreci. Mas a ficha de Claramunt está no processo que investiga a campanha de Dilma no TSE, obtido por O Antagonista.
Toninho da Barcelona é doleiro famoso desde o caso Banestado, foi condenado por Sérgio Moro e também esteve envolvido no mensalão.
Foi preso na Operação Farol da Colina, que levou à queda do então superintendente da PF em São Paulo, Francisco Baltazar, que foi chefe da segurança de Lula em suas quatro campanhas.
Toninho da Barcelona conseguiu flexibilização da pena, cursou Direito numa faculdade privada e conseguiu registro na OAB em 2010. Em setembro de 2014, em plena campanha eleitoral, ele abriu o escritório de advocacia com Decreci para atender a Focal.

Fonte: O Antagonista

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