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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Gostosa! Tatiele Polyana posa sexy de biquíni com estampa selvagem

Gostosa! Tatiele Polyana posa sexy de biquíni com estampa selvagem
Gostosa! Tatiele Polyana posa sexy de biquíni com estampa selvagem

A ex-BBB participou de uma campanha de moda, fotografada por Davi Borges, e exibiu o corpaço enxuto usando um biquíni de oncinha


Tatiele Polyana surgiu sexy e belíssima de biquíni com estampa de oncinha. O ensaio faz parte de uma campanha de moda e foi fotografado por Davi Borges, que compartilhou a foto da loira em seu perfil no Instagram. Recentemente, a ex-BBB fotografou com um biquíni colorido, feito de crochê e chamou a atenção pelo corpo sarado. A boa forma é resultado de uma rotina de exercícios feitos por Tatiele. Ela compartilhou uma imagem em seu Instagram, em que aparece com roupa de academia, exibindo o tanquinho.
Tatiele Polyana (Foto: Reprodução/Instagram/Davi Borges)

Tatiele Polyana mostra corpaço em campanha de biquíni

A ex-BBB protagonizou uma sessão de fotos para uma marca de moda praia fotografada no Rio e esbanjou sensualidade.








Tatiele Polyana (Fotos: Davi Borges/Divulgação)

Tatiele Polyana tira fôlego de fãs ao postar foto de biquíni

Ex-BBB compartilhou imagem em seu Instagram na noite


Novo governo: Senador Ronaldo Caiado critica ‘extravagância grosseira’ em votação e cobra coerência do governo Temer

novo governo
senador Caiado

Ronaldo Caiado está atento


O senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) cobrou, neste domingo (4), que o governo do presidente Michel Temer e sua base parlamentar mantenham a coerência durante votações realizadas no Congresso Nacional. Líder do DEM no Senado, Caiado defendeu os recursos impetrados contra a votação em separado da habilitação de ocupar cargos público da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), que sofreu impeachment na última quarta-feira (31). Para ele, a criação do destaque foi uma “extravagância grosseira”. “Não estávamos lá como legisladores, estávamos como juízes. Não tem como repassar o processo aos jurados e pedir que eles fatiem o quesito. Todo roteiro teve a participação de todos, inclusive do presidente [do Supremo Tribunal Federal] Ricardo Lewandowski, mas na votação fomos surpreendidos com a mudança total do regimento”, criticou, ao defender que os recursos não poderão acarretar a anulação de toda sessão do impeachment. “Alguns constitucionalistas analisaram dessa maneira, de que a votação poderia ser cancelada no todo. No entanto, o mandado de segurança é bem específico. [...] A votação global aconteceu primeiro. Você manteria exatamente a aplicação da lei como ela foi definida pela Constituição”, avaliou. O democrata questionou ainda o posicionamento de alguns senadores do PMDB ao votarem a favor da habilitação. “Se o PMDB, que é o partido do presidente, apoia uma matéria de fatiar a votação, ajuda a criar um precedente gravíssimo. De agora em diante a Câmara vai poder fatiar a pena, Delcídio [do Amaral, ex-senador] já está buscando prerrogativas para rever sua pena”, alertou. Segundo Caiado, peemedebistas têm dificultado matérias propostas pelo próprio presidente Michel Temer. Como exemplo de contradição, o senador citou a proposta de aumento no Judiciário, que pode gerar aumentos em cascata tanto no Judiciário como no Legislativo, em todo o país. “O requerimento de urgência para votar o aumento do Judiciário é do líder do PMDB, Eunício Oliveira (CE). Quer dizer, o presidente é do PMDB e ele [Eunício] está pedindo aumento de ministros do STF, que vai gerar um efeito dominó, aumentando os gastos de estados, tribunais, prefeituras. E aí vai ter todo processo de aumento de gasto na folha e a população que vai arcar com ela”, lamentou. “Acredito que teremos desdobramentos negativos caso o PMDB não se enquadre para votar matérias de ajuste para o país. Se mantiver um pé em uma canoa e o outro pé em outra, dificilmente Temer vai construir uma base de apoio”, defendeu. Por isso, Caiado acredita, pessoalmente, que o Democratas pode deixar a base do governo caso Temer não “se instale” e garanta a coerência tanto nos projetos quanto nas votações. “Nós assumimos o desgaste durante todo esse processo de impeachment. Lógico que o DEM compõe o governo, mas o PMDB tentar se colocar como o ‘bonitinho’, o benevolente, o de bem com a base nesse momento? Nós não vamos admitir. Se amanhã as prioridades do governo não forem aquelas que nós defendemos, se não foram as pautadas pelas mobilizações sociais, não tem porque o Democratas se perfilar. Não se o governo produzir mais projetos eleitoreiros do que projetos que tirem o país da crise”, concluiu.
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