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sexta-feira, 29 de julho de 2011

Revista masculina quer Joana Machado nua de novo

-Divulgação/-Divulgação

Joana Machado na capa da revista 'Interativa': reality alavancou a vida e abriu novas possibilidades

Tem pouco mais de quatro meses que a revista “Sexy” exibiu a nudez de Joana Machado em sua capa, mas a publicação já pensa em convidar a modelo para posar novamente. Tudo isso por causa da participação de Joana Machado no reality show “A Fazenda”. Mas antes de entrar no programa, Joana cogitou voltar a posar, sim, só que achava que o convite poderia vir da “Playboy”. Resta saber se ele vai vir mesmo e, assim sendo, por quem a ex-imperatriz vai se decidir. Por falar em Imperatriz, Adriano comentou com amigos que já assistiu a ex no reality show, e que gostou da participação de Joana. Bonitinho, não?

Aritigo do Delúbio: REVIVENDO BERNARDO SAYÃO

Delúbio Soares (*)


Percorrer os caminhos de Goiás é sempre um prazer para os olhos e um privilégio inigualável. A paisagem natural é rica, o cenário humano é formidável. Melhor que a terra, só seu povo. E já lá se vai meio século de vida em que a convivência com terra e povo, com sua cultura e sua história, suas tradições, esperanças e lutas, me faz a cada dia mais goiano.

Quem conhece Goiás sabe o que significa percorrer as formas retilíneas da BR-153, a extraordinária “Belém-Brasília”. Cortando nosso território de sul a norte, a imponente rodovia vai de Itumbiara até Porangatu, integrando o Estado e sua gente. Para os goianos do Vale do São Patrício e da região norte, a epopéia da sua construção ainda está muito viva na memória. O trabalho hercúleo de adentrar o cerrado, rasgar o caminho que integraria o sul rico à ainda desconhecida Amazônia, passando pelo então empobrecido centro-oeste, naquele novo Brasil que estava nascendo pela determinação férrea de JK e pelas mãos dos candangos, coube a um carioca nascido no bairro da Tijuca. Foi ele, Bernardo Sayão, um engenheiro agrônomo dado a desafios e que não rejeitava as missões que lhe eram confiadas, quem desempenhou o papel de último bandeirante em solo goiano.

Bernardo Sayão formou-se em 1923 na Escola Superior de Agronomia de Belo Horizonte, aos 22 anos, e visitou Goiás pela primeira vez em 1939. Saiu do Rio de Janeiro e tomou o rumo de terra com a qual teria uma relação histórica, num velho Ford. Trazia junto dele a mulher, os filhos, muita determinação e capacidade de trabalho. Assim acampou às margens do Rio Araguaia. Esta façanha chegou ao conhecimento do presidente Getúlio Vargas, que em 1941 designou o jovem engenheiro para implantar a Colônia Agrícola Nacional de Goiás (CANG), que se tornaria a cidade de Ceres. Lá se deu uma de nossas primeiras experiências de reforma agrária: as glebas eram doadas para casais, que se comprometiam a cultivá-las, criar suas famílias, colonizar o interior goiano, gerar riqueza. Em suma, um projeto visionário e generoso no Brasil ainda pobre e sertanejo dos anos 40. Uma das facetas de Sayão: não era um reacionário preso às velhas estruturas oligárquicas, senão um progressista em busca de soluções para os nossos problemas.

Para consolidar o projeto da “Marcha para o Oeste”, em 1944 Sayão conclui os 142 quilometros ligando Ceres à cidade de Anápolis. Em 1954 seria eleito vice-governador com mais votos que o governador eleito! Logo em seguida foi nomeado pelo presidente Juscelino para a diretoria da Novacap, trabalhando ao lado de Israel Pinheiro na epopéia da construção de Brasília. Em 1958 JK encarrega Sayão de tocar as obras da indispensável rodovia Belém-Brasília. Não era homem de se ater, apenas e tão somente, ao comando: punha a mão na massa e se irmanava aos peões no trabalho braçal, com vontade, irradiando liderança e companheirismo. Era um líder nato e admirado por todos. Faltando duas semanas para a inauguração da rodovia, em 15 de janeiro de 1959, é vítima de um brutal acidente: uma árvore, derrubada na beira da estrada, cai sobre a barraca onde se encontrava. O destino foi ingrato com um homem jovem e em seu pleno vigor, que ainda tinha muito a oferecer à Goiás e ao Brasil. Seu nome é relembrado e seu trabalho reconhecido. Em todas as cidades ao longo da rodovia as homenagens se sucedem: são ruas, praças, avenidas, escolas ou prédios públicos que levam, merecidamente, o seu nome. A pujança que a região exibe faz jus à memória do destemido engenheiro, e ao visitá-la sua imagem e tudo o que lí sobre ele me vem à memória. Recordá-lo é não apenas prestar um tributo à figura de um grande brasileiro, mas reafirmar o compromisso que nós, goianos, temos com o progresso e o desenvolvimento.

Ceres é hoje uma cidade rica, de economia pujante, que se destaca na prestação de serviços. Uruaçu vive um “boom” imobiliário com negócios em torno do turismo e dos esportes náuticos às margens do Lago de Serra da Mesa. Porangatu é um pólo na atração de empresas, chamando atenção pelos investimentos chineses que estão criando uma nova fronteira para a soja nas planícies que permeiam as cadeias de serras que compõe aquele Município e toda a rica região do Vale do Rio Araguaia. Certamente, Bernardo Sayão se orgulharia de ver sua obra concluída. Seu espírito desbravador se rejubilaria com outra artéria de desenvolvimento que corta a região: os trilhos da Ferrovia Norte-Sul. De JK a Lula, o Médio-Norte Goiano ganhou incentivos perenes para seu desenvolvimento. Mas vale lembrar também outro reforço rodoviário: a BR-080. No governo Dilma a sua pavimentação corre célere e já liga o Distrito de Luís Alves a Brasília, e o objetivo final é que chegue a São Miguel do Araguaia. Prosseguirá adentrando os Estados de Mato Grosso, Rondônia e Acre, e depois de rasgar o ventre da Amazônia no Brasil e no Peru, encontrará a Cordilheira dos Andes e descerá rumando para os portos de Ilo/Callao, no Oceano Pacífico.

Sul e norte de Goiás têm paisagens distintas, povos com costumes que se diferenciam em algumas particularidades, mas unem-se nas aspirações de desenvolvimento e de progresso. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos Municípios do norte goiano não param de subir. Respira-se progresso por onde se passa. Os empreendedores mudam a face do antes pacato interior goiano, dando-lhe ares de um novo Eldorado do agronegócio. Os dois mandatos do presidente Lula tiveram uma significação especial para Goiás e o seu desenvolvimento e há em cada cidadã e cidadão goianos que trabalham e investem no desenvolvimento de sua terra um espírito desbravador, otimista e vitorioso. Em cada goiano há um Bernardo Sayão redivivo.

(*) Delúbio Soares é professor

Insatisfeito na Record, Datena volta à Band



 
Bem-me-quer, mal-me-quer. Assim é a relação de José Luiz Datena com a Record. O apresentador nem bem chegou a emissora e já está de volta à TV Bandeirantes. O âncora do Cidade Alerta deixa a emissora após quarenta dias da estreia do jornal. Polêmico, o jornalista não esconde sua insatisfação em relação ao canal. Nos bastidores, corre informações de ele estava trabalhando além do combinado em contrato e que pediria aumento de salário. Esta semana, esbravejou porque seu áudio permaneceu aberto indevidamente durante a exibição de uma imagem e disse que tinha sido proibido de dar entrevistas para jornais e revistas.

Em meio a tantas especulações, a assessoria da Rede Record decidiu que não vai se pronunciar a respeito do fato, uma vez que Datena ainda tem contrato com a emissora. E a Band não confirma a informação da volta do apresentador ao Brasil Urgente, atualmente apresentado por Luciano Fatiolli. A saída de Datena do jornalístico da Band despencou a audiência e sua estreia na Record dobrou o Ibope no horário. Há quem diga, que a fama de "esquentado" do apresentador não foi bem recebida no canal do Bispo Edir Macedo. Pelo visto, Datena terá mais um processo por quebra de contrato, dentre os muitos que já coleciona. Quem viver verá o fim desta novela.

Brasileira vai reimplantar 'maiores seios do mundo' após ficar em coma

Amauri Arrais Do G1, em São Paulo
A braileira Sheyla Almeida Hershey, que ganhou fama após obter título de maiores seios do mundo (Foto: Arquivo pessoal) 
A braileira Sheyla Almeida Hershey, que ganhou
fama após obter título de maiores seios do mundo
(Foto: Arquivo pessoal)
Após ter corrido risco de morte por uma infecção bacteriana nos seios no ano passado, a modelo brasileira Sheyla Almeida Hershey, de 32 anos, vai reimplantar as próteses de silicone que lhe deram o título de mulher com os maiores seios do mundo.

“Eu nunca vou ficar melhor sem as próteses. São parte de mim. Enquanto não colocar, não vou me recuperar”, contou a brasileira de Houston, no Texas, onde vive desde 2002.

Há pouco mais de um ano, em entrevista ao G1, Sheyla havia dito que caso precisasse retirar as próteses de 3,5 litros por questões de saúde, não faria novas cirurgias plásticas. No entanto, após se ver sem os seios que lhe deram fama, a modelo conta que não suportou. Deprimida, tomou uma overdose de medicamentos que a fez ficar quatro dias em coma.

“Fiz muito tratamento psiquiátrico. Hoje, aceito a situação melhor”, disse.

Segundo a brasileira, a nova cirurgia, marcada para 20 de setembro, será realizada no México, já que o tamanho da prótese ultrapassa os limites da legislação americana e médicos brasileiros se recusaram a operá-la novamente. Desde os 20 anos, quando fez a primeira operação, já foram mais de 20 cirurgias plásticas, nove delas para aumentar os seios.

Logo após o último implante, ocorrido em junho no Brasil, ela atingiu a marca de 3,5 litros em cada seio, estabelecendo a marca registrada pelo Guinness Book, o livro dos recordes. O título, segundo a modelo, não foi perdido com a retirada das próteses.
Sheyla Hershey em imagem do ano passado, com os implantes de 3,5 litros e em foto recente, após retirar as próteses (Foto: Arquivo pessoal)Sheyla Hershey em imagem do ano passado, com os implantes de 3,5 litros e em foto recente, após retirar as próteses (Foto: Arquivo pessoal)


“Não perdi o recorde, continua meu. Quando recolocar [as próteses], vou ligar para o pessoal de Londres. Mesmo se eu não quiser ter mais a prótese, fica sendo meu até que uma outra pessoa consiga bater”, diz.

Sheyla diz que a operação não foi recomendada pela médica, que não dá garantias de que uma nova infecção possa acontecer. O marido, o engenheiro americano Derek Hershey, com quem ela tem dois filhos, e a mãe, que vive no Brasil, temem pela nova cirurgia, diz ela.

“Meu marido agora fica com medo, ele passou por todo processo da minha infecção. Minha mãe também está com muito medo, pede para não colocar o mesmo tamanho que estava antes. Mas é melhor eu colocar o que estava antes do que um menor e em seis meses eu querer aumentar novamente. Quando eu quero uma coisa, tem que ser o que eu quero”, afirma.

A operação será possível, segundo Sheyla, porque as próteses foram preservadas e ela evitou fazer uma operação de mastectomia [retirada total dos seios], mantendo a pele para implantação do silicone. “Parece um filme de terror”, brinca.

RealityAo G1, a modelo também revelou ter fechado um contrato para gravar um reality show sobre pessoas que vão além dos limites com cirurgias plásticas para o canal de TV a cabo da apresentadora Oprah Winfrey, OWN.

“Vamos começar a gravar na semana que vem, comigo sem os seios. Eles vão acompanhar minha cirurgia no México, depois minha ida ao Brasil e vamos continuar gravando por quatro meses. Vai ser exibido em fevereiro do ano que vem”, diz.

Juju Salimeni: 'No carnaval, quero vir peladona e grande'

Iwi Onodera/EGO

Juju Panicat

Musa da Mancha Verde, Juju Salimeni participou da gravação do DVD do carnaval 2012 na quadra da escola, nesta quinta-feira, 28, e adiantou como pretende sair vestida (ou despida) na avenida. "No carnaval, quero vir peladona, só com a pintura no corpo mesmo. Quanto menos, melhor", revelou.

Se a fantasia será econômica e minúscula, o mesmo não pode ser dito sobre o corpo da Panicat, que pretende estar ainda mais musculosa para o dia do desfile. "Para o carnaval deste ano, eu fiz uma dieta e acho que fiquei muito magrinha, não gostei. Desta vez, vou malhar pesado e comer bastante para ficar grande", falou.

Águas passadas
Sobre a briga com Nicole Bahls, Juju foi sucinta nos comentários. "Aquilo já passou. As pessoas já até pararam de falar, são coisas que acontecem. O clima no programa está normal. Não quero mal pra mim nem para ela", disse.

Iwi Onodera/EGO

A panicat Juju Salimeni

SERRA: 'CORRUPçãO NUNCA FOI TãO SéRIO'

O ex-candidato à Presidência da República, José Serra (PSDB), afirmou nesta quinta-feira (28), em entrevista ao jornal espanhol El País, que o problema da corrupção no Brasil nunca foi tão sério como agora. O ex-governador de São Paulo, disse ainda que a "faxina" que a presidenta Dilma Rousseff (PT) promoveu no Ministério dos Transportes após as denúncias de corrupção foi uma ação correta, mas que só foi tomada estimulada pela imprensa. O tucano afirmou que a origem da corrupção está na decisão do governo petista de entregar a partidos da base áreas onde exercem "um poder quase absoluto". "A corrupção no Brasil não é o único problema e não pode ser tratada como um fator isolado. Ela causa desvios de recursos, acentua a ineficiência e impossibilita o planejamento. Isso é exemplificado no caso do Ministério dos Transportes”, criticou. O tucano que também falou sobre as eleições de 2014, afirmou que a probabilidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de disputar o Palácio do Planalto é muito alta e que o petista nunca deixou de estar em campanha. O peessedebista ressaltou ainda que algumas das declarações de Lula contra a oposição são "retórica eleitoral". "O ex-presidente também afastou pessoas envolvidas em casos de corrupção, mas, aquilo que poderia se transformar no início de uma política de transparência, acabou em nada", cutucou.
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