Deus foi muito bom pra mim e colocou pessoas incríveis nas fases certas da minha vida. Quando conheci o Fábio (Júnior), eu tinha 18 anos e ele, 39. Era um homem superinteressante, com uma bagagem de vida imensa. Eu nunca tinha ouvido uma música dele, ido a show, nada. Fiquei completamente apaixonada e vivi todas as emoções de um grande amor: desespero, saudades, ciúmes. O que aconteceu foi especial para aquela menina. Como comecei a namorá-lo quando eu ainda morava em Boston, todas as vezes que nos encontrávamos aconteciam cenas de filme: eu chorando no aeroporto, ele passando pela Polícia Federal e indo até a porta do avião para me beijar, fazendo música pra mim de madrugada, cantando para cinco mil pessoas sem tirar os olhos dos meus. Imagine isso para uma adolescente? Era o máximo.

Leia a íntegra da reportagem na ALFA de agosto. Nas bancas e no iPad a partir de sexta-feira, 12
Fonte Alfa