Um caminhoneiro norte-americano teve seu pênis amputado enquanto realizava um procedimento de circuncisão. Em razão disso, ele resolveu processar o cirurgião responsável sob a alegação de nunca permitiu tal procedimento. De acordo com uma rede de TV local, Philip Seaton, após perder seu membro, ficou deprimido e frustrado. Segundo ele, a amputação, ocorrida em 2007, gerou uma “perda de função, amor e afeição” em sua vida.
O médico argumentou que enquanto realizava a circuncisão, encontrou um câncer, e resolveu amputar parte do membro durante o procedimento. "Eu fiz com o senhor Seaton o que considerei ser a opção mais segura", afirmou o médico, John Patterson, no tribunal. Todavia, o advogado do rapaz que fora castrado disse que o médico não acordou o paciente para questioná-lo e discutir a respeito do procedimento, bem como Patterson não possuía qualquer experiência em amputações.
"Eu estou furioso, porque eu não pude decidir nada sobre o que aconteceu comigo. Eu não fui informado do que era preciso fazer", ressaltou Seaton. O cirurgião explicitou que o caminhoneiro havia assinado um documento que o permitia realizar qualquer operação imprevista que achasse ser necessário. Uma enfermeira leu parte do documento, pois o paciente era analfabeto.