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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Rihanna leva Act impertinente a O2 Arena de Londres

Rihanna . Ela conseguiu sair-naughty-lufa praticamente todos os outros do sexo feminino ato música neste verão em sua turnê mundial (salvo talvez por terríveis adolescente Taylor Momsen , natch) com ela dolled para cima, vestido para baixo, toque-seu-badself-all-over turnê 'Rated R'. Alguns povos como sua música, outros não. Mas não há dúvida de que Rihanna piscar mais todo o seu corpo e acariciando seu lindo pedaços na forma de uma mulher da marca - bem, isso é apenas embaixo divertido e impertinente. Parabéns, Rihanna, que tomou o bolo e comeu-lo também.









Artigo semanal de Delúbio Soares‏: BRASIL, UM PAÍS DE JOVENS

DELÚBIO SOARES (*)

Mais de 30% de nossa população está na faixa etária compreendida até os 29 anos. E a mesma proporção de brasileiros até a faixa dos 50 anos. Trocando em miúdos, somos um país de jovens. Se formos comparar os nossos pouco mais de 500 anos de história com civilizações milenares do hemisfério norte, então, podemos concluir que somos, também, um país jovem. E, incrivelmente, a política governamental para a juventude até a chegada do presidente Lula ao poder, em 2003, era pouco mais de uma declaração de intenções, cheia de promessas e recheada de lugares-comuns, mas absolutamente vazia de realizações.

A história começou a mudar, como sempre acontece, com a força irrefreável das coisas que vem para ficar: a Câmara dos Deputados, faz poucos dias, aprovou o Estatuto da Juventude Brasileira. A proposta é fruto de belo trabalho da comissão especial das políticas públicas para a juventude, que foi presidida pelo competente deputado Reginaldo Lopes, do PT de Minas Gerais. O Estatuto da Juventude prevê princípios e diretrizes para a implementação de políticas públicas para jovens entre 15 a 29 anos. O projeto segue para análise do Senado e as perspectivas de aprovação são excelentes.

O Estatuto da Juventude, em seu texto aprovado pela Câmara dos Deputados, é amplo e variado ao tratar de temas, direitos e deveres da juventude de nosso país. Contempla desde a proibição de propaganda das bebidas alcoólicas em locais freqüentados por menores de 18 anos até a constituição de Conselhos de Juventude, responsáveis pela definição das políticas regionais em favor dos brasileiros entre 15 e 29 anos. A proposta, também, garante aos jovens estudantes o direito à meia-entrada em eventos artísticos e de entretenimento e lazer em todo o território nacional. Hoje, a meia-entrada é regulamentada por legislações estaduais, ao bel-prazer dos humores e interesses dos governos que entram e saem.

As realizações dos governos petistas de Lula e Dilma em favor dos jovens são imensas. O Pro-Uni levou milhões deles às universidades, dando-lhes a oportunidade necessária (e merecida, é bom que se diga) de concluírem seus estudos superiores, formando-se, dando aos filhos do povo e aos da classe média a oportunidade antes negada e somente reservada à elite.

São mais de 50 milhões de jovens, na faixa etária compreendida exatamente entre os 15 e os 29 anos, e que se beneficiam da situação de pleno emprego vivida por nosso país, dando-lhes a oportunidade de trabalharem, de forjarem com seus esforços e dedicações os espaços na sociedade e na vida, de pagarem seus estudos, de ajudarem seus pais e até mesmo de constituírem suas próprias famílias. São os jovens que se beneficiam de um Brasil que desponta como potência emergente e economia que não conhece limites e ultrapassa todas as barreiras, quebrando recordes de produção industrial ou presenteando o mundo com super-safras. Essa é a mão-de-obra vital, moderna, arrojada e que tem amplo mercado num país que está valorizando mais que nunca a sua juventude.

Não somos mais aquele país do desemprego, das filas quilométricas que dobravam quarteirões em busca de umas poucas e mal-remuneradas vagas, penalizando também os jovens. Não somos mais o Brasil da universidade que era mantida com os impostos pagos por todos, mas utilizada para formar apenas os jovens filhos de uma ínfima minoria, rica e privilegiada. O Brasil que excluía passou a ser o Brasil dos incluídos e o resultado é o que nós já esperávamos: um país vencedor, respeitado pelo mundo, vivendo um presente de desenvolvimento e democracia e com um futuro brilhante, facilmente previsível.

Somos o Brasil das Olimpíadas e da Copa do Mundo, onde nossos atletas terão a oportunidade de mostrar ao mundo - sendo ao mesmo tempo bons anfitriões e esportistas de altíssimo nível -  a força e a garra dos jovens de uma Nação jovem e que está pensando como jovem, governando com os seus jovens, interagindo com eles, valorizando o trabalho e a criatividade de todos os que, com pouca idade, tem muito talento e competência.

Somos o Brasil que aceitou o desafio de cultivar os valores de sua juventude, sem preconceitos, incentivando-os e tendo uma política realista, exeqüível e efetiva para o setor. Não mais se pode tratar com esnobe desdém ou indisfarçável elitismo a realidade da cultura popular, expressa no segmento da juventude da periferia de nossas grandes cidades, onde interessantes manifestações artísticas se desenvolvem e ganham corpo e densidade. O Hip-Hop e o Funk são exemplos vivos de tal fenômeno. E há grandes talentos musicais no seio de nossos jovens mais simples e que merecem a atenção e o incentivo com políticas específicas, tanto na área cultural quanto na de juventude.
 
Outro exemplo é o do Grafite. Há artistas natos, espetaculares, que não tendo a oportunidade de freqüentar as academias de belas artes encontram em espaços públicos os cenários para a demonstração de sua arte. Como não incentivá-los, não apoiá-los? Há vários prefeitos que estão tendo a sensibilidade de regulamentar a ação dos jovens artistas grafiteiros. As grandes cidades do mundo já o fizeram, como Buenos Aires com o “fileteado”, que se tornou uma das marcas da bela metrópole portenha, e São Paulo, mais recentemente. Há grandes vocações artísticas no seio de nossa juventude humilde, nas periferias dos grandes centros urbanos. Há artistas que esperam por oportunidade e apoio. Suas vocações serão expressas de uma forma ou de outra. Melhor que seja com patrocínio oficial que possa canalizar para o benefício de toda a coletividade e para o aprimoramento dos valores do próprio jovem artista.
 
O Brasil, finalmente, está olhando sua juventude com mais atenção e mais carinho. Mais livros, mais computadores, mais creches, mais quadras esportivas, mais saúde, mais escolas, mais universidades, mais oportunidades, mais esportes, mais arte e cultura. Essa é a equação correta para preservar esse patrimônio absoluto, esse valor extraordinário que são os nossos jovens, orientando-os em suas necessidades, educando-os para a vida, formando-os nas escolas e faculdades, preservando-lhes a integridade, evitando o martírio das drogas, combatendo a violência, cultuando valores sólidos e o amor ao Brasil, à democracia e à liberdade.

O Estatuto da Juventude Brasileiro é auspicioso, chega ao seu tempo e é muito bem-vindo. O Brasil é um país jovem e de jovens. Não sendo biologicamente mais um menino, mas emocionalmente me sentindo como se fora e preservando todos os belos valores que habitam o coração generoso de nossa juventude, registro esse momento excepcional na vida das jovens brasileiras e dos jovens brasileiros, que tanto nos orgulham e aos quais pertence o futuro do país que tanto amamos.

(*) Delúbio Soares é professor

Gostosa! Daisy Lowe Sexy Little Things Skimpy Photoshoot para Sony Ericsson

Daisy Lowe em lingerie, agora que é uma boa chamada.



A gostosa Jackelaynne Kettyle do Saia Rodada

A cantora Jackelaynne Kettyle é a mais nova aquisição da banda Saia Rodada. A informação foi confirmada pelo empresário da banda, Dário Xuxa. Jack teve passagem pelas bandas: Líbanos, Feras do Forró e recentemente Forró Real, onde substituiu Rose Moraes durante alguns dias. A vocalista fez sua estréia já na última semana e tem agradado aos fãs da banda potiguar. De agora em diante a nova formação da Saia Rodada passa a contar com os cantores: Raí Soares, Luciana Lessa e Jackelaynne Kettyle.

Funkeira Mulher Melancia vai à praia com microbiquíni e faz jus ao apelido

Nesta quinta-feira, 6, Andressa Soares, a Mulher Melancia, foi à praia da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Com um microbiquíni, ela exibiu as medidas que lhe valeram o apelido.

.Dilson Silva/AgNews/. Ag News

Andressa Soares, a Mulher Melancia, em praia do Rio

Atriz exibiu sua boa forma aos 33 anos na Reserva, na Zona Oeste da cidade: No dia do aniversário, Samara Felippo vai à praia sozinha no Rio

No dia em que completa 33 anos, Samara Felippo aproveitou o sol forte que faz no Rio para ir à praia. Sozinha, a atriz renovou o bronzeado nas areias da Reseva, e exibiu sua ótima forma, nesta quinta-feira, 6. Samara ainda desmarrou o sutiã do biquíni para evitar marquinhas indesejadas.

"Bom dia dia! Melhor que esse dia lindo de presente, só a minha florzinha entrando no quarto as 7:30 com uma flor, dizendo 'Parabéns mamãe'!", comentou no Twitter. "Ficava pensando quado nova, como estaria com 33 anos! Engraçado isso...sou mais feliz do que pensava que poderia ser!! Obrigada Deus por tudo", continuou.
  
.Dilson Silva/. Ag News

Samara Felipo passa protetor solar...

 
.Dilson Silva/. Ag News

... dá aquela ajeitadinha no biquíni

 
.Dilson Silva/. Ag News

... desamarra o sutiã para se bronzear



.Dilson Silva/. Ag News

... e vai embora curtir o aniversário

Ex-deputado federal Gustavo Fruet se filia ao PDT em Curitiba


Fruet foi vereador em Curitiba e deputado federal por três mandatos. Foto: Divulgação
Fruet foi vereador em Curitiba e deputado federal por três mandatos
Foto: Divulgação

Com a intenção clara de concorrer ao cargo de prefeito de Curitiba no próximo pleito, o ex-deputado federal Gustavo Fruet será filiado em ato oficial na noite desta quinta-feira ao PDT. A cerimônia, aberta ao público, será às 19h na Sociedade Thalia, na capital paranaense, e deve contar com a participação de lideranças da sigla. Fruet se desfiliou do PSDB em julho deste ano após manifestar o desejo de se tornar prefeito de Curitiba e não ter recebido o apoio esperado. Em carta, o político destacou que sua decisão "foi movida por sentimento de profunda incompreensão com o silêncio e a falta de clareza da direção do partido na capital, especialmente quanto à participação na sucessão municipal de Curitiba nas eleições de 2012." Gustavo Fruet anunciou o ingresso no PDT na última quarta-feira. Ele começou a carreira política como vereador em Curitiba e foi por três vezes eleito deputado federal. Em 2010 concorreu ao Senado, recebeu 2,5 milhões de votos, mas não se elegeu.

Juízes e promotores chantageiam poder público, diz subprocurador-geral

Por: Dayanne Sousa e Eliano Jorge
O subprocurador-geral da República, Eugênio Aragão, se solidariza com a ministra Eliana Calmon ao tratar de irregularidades no Judiciário e ataca os projetos de aumento salarial para juízes e funcionários. Para ele - que inclui os profissionais do Ministério Público na crítica - o debate é uma tentativa de "chantagear" o poder público.
- As carreiras que hoje têm poder de pressão sobre o Estado e sobre suas instituições são as que mais são valorizadas. Ou seja, juízes, Polícia, Ministério Público, advogados públicos. Porque eles têm um poder de chantagear os poderes públicos.
Aragão assumiu o cargo de corregedor-geral do Ministério Público Federal segunda-feira (3) e, no dia seguinte, em sua primeira visita oficial, encontrou-se com Eliana Calmon, num claro gesto de apoio à ministra e corregedora nacional de Justiça. A ministra havia sofrido críticas de magistrados depois de declarar em entrevista que existem "bandidos de toga" e chamar atenção para ação impetrada no Supremo Tribunal Federal (STF) que pode limitar seus poderes no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para a investigação de desvios de conduta de juízes.
Para Aragão, a limitação dos poderes do CNJ é "nefasta":
- Estão tentando limitar o poder da corregedora nacional. Isso é muito nefasto, porque a gente sabe muito bem que as corregedorias locais muitas vezes não têm independência suficiente para cortar na própria carne.
Leia a entrevista do subprocurador-geral da República:
Terra Magazine - Seu encontro com a ministra Eliana Calmon pode ser interpretado como uma demonstração de apoio a ela?
Eugênio Aragão - Com certeza. Estava na minha condição de corregedor do Ministério Público e a corregedora nacional tem muito mais responsabilidade. Nessa hora a gente tem que auxiliar porque a gente sabe com que tipo de problema nós estamos lidando. Ela precisa ser fortalecida.
Qual a sua avaliação da forma como repercutiram as declarações da ministra de que há "bandidos de toga"?
Isso que ela apontou todo mundo sabe. A ministra Eliana não apontou com o dedo em riste para quem quer que seja, mas explicou uma situação que existe neste País e que a gente não pode ignorar. Eu mesmo, como subprocurador da República atuando no âmbito do STJ, atuei em vários casos de juízes que negociavam decisões e que tinham todo tipo de comportamento antiético, como contratar parentes. Ela não está dizendo que a magistratura é feita de delinquentes, mas que existem delinquentes escondidos atrás da toga, existem. As pessoas que se sentem atingidas, espero que não estejam vestindo a carapuça.
Pela sua experiência, o senhor diria que há mesmo uma dificuldade de aplicar punições a juízes?
Isso é o que hoje estão querendo. Estão tentando limitar o poder da corregedora nacional. Isso é muito nefasto, porque a gente sabe muito bem que as corregedorias locais muitas vezes não têm independência suficiente para cortar na própria carne. Há casos que são corriqueiramente arquivados em corregedorias locais, que são tratados com leniência e só têm alguma chance se vierem para a corregedoria nacional. O trabalho dela, assim como o trabalho do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), deve ser sempre prestigiado.
E quanto ao encontro com a ministra, como evoluiu?
Tratamos também de outros assuntos. Uma das grandes preocupações que nós temos é com o vazamento de informações. Provas sensíveis, submetidas a sigilos, e que invadem a esfera privada. Isso é uma preocupação nossa e por isso eu sugeri a ela que nós trabalhemos num sistema nacional de controle de cadeia de custódia e documentos sigilosos. Um sistema que hoje é perfeitamente possível através de documentos inteligentes. A gente fica sabendo quantas vezes o documento foi impresso ou enviado por e-mail.
O vazamento pode fazer com que a Justiça anule a validade das provas?
Nos Estados Unidos, o vazamento de uma prova sensível anula essa prova. Porque se supõe que o julgador estará sofrendo com a pressão da opinião pública ao analisar esta prova. Isso, inclusive, é um problema muito grande que a gente tem em casos de cooperação internacional. Muitas vezes a gente acaba com as provas em outros países. A forma irresponsável com que o Brasil lida com certas provas tem levado a protestos de autoridades estrangeiras.
Voltando à questão das atribuições do CNJ e do CNMP, o senhor não acha que atualmente há limitações na atuação dos Conselhos?
O que temos que colocar em debate é a questão da independência. Não se trata de querer violar a opinião, isso temos que respeitar. Mas os juízes têm que se submeter a certas regras de conduta, eficiência, regras éticas e morais. Senão, a sociedade não tem por que pagar um sistema judiciário extremamente caro. Um juiz e um membro do Ministério Público são caros para a sociedade. Um menino que ingressa como promotor recebe 19 mil reais quando começa na carreira, é muito dinheiro. Não é possível que ele, apesar disso, possa fazer o que quer sem compromisso com a qualidade.
Já que o senhor falou em custo alto, como o senhor avalia o debate sobre aumento de salário do Judiciário? Nesta quarta-feira (5), a Anata (associação de funcionários do Judiciário) afirmou que a proposta para elevar os vencimentos pode fazer com que cerca de 4,8 mil pessoas passem a receber mais do que o teto do funcionalismo.
Eu não tenho esses dados estatísticos, mas é certo que existem interesses de lado a lado. Essas disputas intercorporativas são extremamente perniciosas. Esse País padece de uma anarquia em termos de remuneração no serviço público. Isso é muito ruim para o Estado brasileiro que, por conta disso, age de forma contraditória. Na hora que as corporações começam a disputar vencimentos, elas disputam também suas atribuições. Porque querem se valorizar. Então são o Ministério Público e a Advocacia Geral da União que nem gato e rato. A Polícia Federal e o Ministério Público, o Judiciário, os Auditores Fiscais. As carreiras que hoje têm poder de pressão sobre o Estado e sobre suas instituições são as que mais são valorizadas. Ou seja, juízes, Polícia, Ministério Público, advogados públicos. Porque eles têm um poder de chantagear os poderes públicos. E dizem: ou você faz isso ou a gente vai criar uma tremenda encrenca. Agora, o professor, o médico... esses daí são completamente desprestigiados. Se o professor faz greve, isso não muda nada. Eu digo que, às vezes, era melhor tirar esse lema "Ordem e Progresso" da bandeira e colocar "Quem não chora, não mama". Porque prevalece quem fala mais alto. 
Fonte: http://terramagazine.terra.com.br/interna/

Super gatas gostosas nas praias de Santa Catarina

Veja as fotos das super  gostosas das praias de Santa Catarina, mostrando corpos e curvas perfeitas!
































Fotos reprodução

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