A atriz interpreta uma mulher sedutora em 'Vidas em Jogo' e comemora o auge de sua carreira
Foto: VIP/Divulgação
Thaís Fersoza mostra que cresceu. A atriz, que até pouco tempo podia ser vista na reprise de O Clone, na Globo, como uma menina meiga e boazinha, agora interpreta uma mulher fatal na novela Vidas em Jogo,
na Record. Sua personagem, Patrícia, é uma vilã que não mede esforços
para conseguir o que quer. Loira para o papel, ela admite que as
cantadas aumentaram. "Agora sendo loira, o assédio aumentou. Chama mais
atenção".
Em 2011, Thais completa 15 danos de carreira. Para viver sua
primeira vilã na TV, a atriz, de 27 anos, teve que ficar loira e abusar
de roupas sensuais, o que deixam suas curvas à mostra. Graças ao sucesso
de Patrícia, Thais passou a ser vista com outros olhos pelo público,
que agora a enxerga como um mulherão. Recentemente ela foi capa da
revista VIP e posou para a sessão Happy Hour, da Playboy.
Enquetes feitas por revistas masculinas apontam a atriz como o
mais novo símbolo sexual do Brasil. Título que a deixa lisonjeada:
"estou bem comigo mesma, com meu corpo. Vivo a melhor fase da minha
vida", comemora uma nova Thaís, que já superou o fim de seu curto
casamento com o ex-marido, o ator Joaquim Lopes. Hoje, ela namora Dudu
Cirelli e afirma que está muito feliz.
Em entrevista ao Terra, Thais Fersoza fala de seu lado
sexy, como lida com as mudanças radicais de visual por conta de seus
personagens e revela se vai posar nua.
Terra - Você completa 15 anos de carreira em 2011. Qual sua avaliação nesse período?
Thais - Eu ainda quero conquistar muitas coisas, pois tenho muito para
aprender. Mas quando olho para trás e vejo toda minha trajetória, tenho
muito orgulho das minhas decisões e das minhas escolhas. Estou super
feliz, não podia estar completando 15 anos de carreira com uma
personagem tão bacana como está sendo fazer a Patrícia (de Vidas em Jogo, na Record). Ela veio como um presente para brindar esse meu momento.
Terra - Você estava no ar na reprise de O Clone, de 2001, como uma
menina delicada e certinha e ao mesmo tempo como a vilã sedutora
Patrícia de Vidas em Jogo, novela atual. Como público encarou essa mudança radical de personagem?
Thais - Foi muito legal. As pessoas puderam ver meu crescimento profissional e pessoal. No O Clone
eu era uma menina boazinha, morena e dez anos mais nova. Agora faço uma
vilã, loira e madura. Eu nunca tinha ficado loira na minha vida, está
sendo bem legal. A princípio o público estranhou demais, mas entendo que
chocou mesmo. Até eu quando me vi loira, foi um choque.
Terra - Esta gostando de interpretar sua primeira vilã na TV?
Thais- Sim, estou adorando. Diferente de tudo que já fiz.
Terra - Esta é sua segunda novela como filha da atriz Beth Goulard. A primeira, em O Clone como personagens do bem e agora as duas como vilãs em Vidas em Jogo. A afinidade facilitou a parceria?
Thais - Com certeza. Ela é maravilhosa. Tenho uma admiração enorme pela
Beth, não profissionalmente, mas também como pessoa, pois ela é ser
humano lindo. Temos uma cumplicidade muito bacana e a gente se entende
pelo olhar. Nossa relação melhorou muito porque antes eu era uma menina.
É uma honra interpretar a filha dela pela segunda vez.
Terra - Você já mudou radicalmente o visual para seus personagens. Em Estrela Guia
seu cabelo era laranja, depois voltou a ser escuro e agora está loiro.
Te incomodada essas mudanças ou vale tudo pelo personagem?
Thais - Pois é, como eu já tive o cabelo laranja, achei que ser loira
seria muito mais fácil, mas me assustei. Vale tudo pelo personagem, mas
quando acabar a novela voltarei a ser morena porque sou morena. Mas me
adaptei rápido ao loiro, veio em um momento bacana da minha vida.
Terra - O que o público pode esperar da Patrícia? Ela vai se redimir depois de ter um filho com Síndrome de Down?
Thais - Na verdade eu não sei ainda, mas todos torcem para que sim. Pelo
que tenho gravado e pelas cenas que recebo, ela deu uma amenizada nas
maldades e uma repensada na vida. Mas a gente nunca sabe. Cada hora uma
coisa nova que acontece na novela, até o elenco se surpreende.
Terra - Você está no auge de sua carreira e tem chamado a atenção de
revistas masculinas por sua ótima forma. Como está sendo explorar seu
lado sexy em ensaios sensuais?
Thais - Estou super feliz com o momento que estou vivendo, de bem
comigo. É a melhor fase da minha vida e isso transparece para as
pessoas. Na verdade esse é o segredo. Estou feliz com meu corpo, com meu
trabalho e por causa disso, as pessoas te vêem de forma diferente. Mas
para mim, ser sexy vem mais de dentro do que de fora. Minha atitude
mudou, estou mais madura e segura. Daí que vem essa questão de ser
símbolo sexual. Fico lisonjeada com que as pessoas pensam, não quer
dizer que eu concorde com isso (risos), mas estou feliz com os
comentários sobre as minhas fotos.
Terra - A Playboy já demonstrou interesse em ter você nua nas
páginas da revista. Em enquete feita pela publicação, seu nome está como
o mais votado para estampar uma das edições. Quando os leitores vão te
ver nua?
Thais - Fiquei muito lisonjeada quando soube disso. Fiz umas fotos sensuais para a sessão Happy Hour, da Playboy,
mas como uma forma de agradecimento ao carinho que recebo do público. O
importante para mim é brincar com esse lado sensual e não sexual. As
fotos que fiz foram sensuais. Sobre posar nua, houve alguns contatos com
a revista, mas nunca sentamos para conversar.
Terra - Mas você aceitaria?
Thais - Ah, isso eu deixo em aberto (risos).
Terra - Já ficou constrangida com alguma cantada?
Thais - Não me lembro exatamente quando ou que tipo de cantada, mas as
vezes acontece sim. Ainda mais agora sendo loira, que chama mais
atenção. O assédio aumentou (risos).
Terra - Quem é um homem é sexy para você?
Thais - Johnny Depp e George Clooney, quando mais velhos, melhores eles
ficam (risos). Mas nem sempre a beleza é fundamental, ter charme é o
mais importante. A pessoa pode ser linda, porém sem graça.
Terra - E uma mulher sexy?
Thais - A atriz Natalie Portman. Ela tem um jeito discreto, porém é
muito sensual. É legal brincar com a sensualidade, sem ser vulgar.