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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Lupi devolverá dinheiro, mas pede que CGU analise o caso

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, decidiu devolver os R$ 1.736,90 equivalentes às diárias recebidas, mas vai querer o dinheiro de volta se a Geral da União (CGU) entender posteriormente que o pagamento foi regular. O pedetista solicitou à CGU que analisasse o pagamento recebido por ele durante viagem ao Maranhão na qual realizou atividades partidárias e se deslocou em uma aeronave providenciada por um diretor de ONG com contrato no ministério. Segundo a assessoria da pasta, Lupi recebeu diárias em três dos quatro dias da viagem, sexta-feira, sábado e segunda-feira. A viagem aconteceu de 11 a 14 de dezembro de 2009. Em parte do trajeto o ministro andou em um avião King Air da empresa Aerotec. A aeronave foi providenciada pelo diretor da ONG Pró-Cerrado, Adair Meira, que tem contratos com o ministério. O ministro afirma que coube ao seu partido, o PDT, o aluguel do avião, mas o diretório do Maranhão já negou ter feito o pagamento.

Artigo Delúbio Soares - "Dilma, uma senhora Presidenta"‏




DILMA, UMA SENHORA PRESIDENTA
Delúbio Soares (*)
 
Para os que já conheciam Dilma Rousseff, sua têmpera e seu caráter, a firmeza com que nos governa e o sucesso de sua gestão não se constituem em surpresa alguma. Dilma vem, tão somente, confirmando as melhores expectativas da maioria absoluta do povo brasileiro, dos que a elegeram e de todos os que apostaram na continuidade de um modelo democrático e competente de se governar.
 
Na última década, sob o comando do Presidente Lula, um estadista clarividente e comprometido com as mudanças de base que nossa gente reclamava desde há muitos anos, o Brasil experimentou um de seus períodos mais profícuos. As mudanças foram estruturais, profundas e necessárias. Avançamos em todos os setores: no social, no econômico e no político. Vimos um país derrotado e sem rumos, que havia comparecido de forma recorrente aos balcões do FMI e purgado nas ante-salas dos bancos internacionais credores de cabeça baixa e desmoralizado, recuperar tanto seu prestígio diante das demais Nações como sua auto-estima. Saímos do fundo do poço para a impressionante posição de sétima economia mundial, prestes a se tornar a sexta. Em menos de uma década o Brasil conheceu a desmoralização com FHC e o apogeu com Lula.
 
Com o presidente Lula no comando do Brasil que se reconciliou consigo mesmo, que levantou a cabeça, sacudiu a poeira e deu a volta por cima, voltamos a acreditar na grandeza de nosso futuro e assumimos o lugar de honra que nos cabe no cenário mundial. Tanto o cidadão brasileiro orgulhoso com seu passaporte em mãos nos aeroportos do mundo afora, como os estupendos produtos “Made in Brazil” concorrendo e vencendo nos cinco continentes, são imagens fortes e definitivas de como somos vistos e respeitados além de nossas fronteiras.
 
No plano interno crescemos de forma invejável, distribuindo renda e operando a mais bem-sucedida política de inclusão social já vista: em menos de oito anos, apoiados por iniciativas responsáveis e levadas a termo em parcerias da União com os Municípios e a sociedade civil organizada, 40 milhões de brasileiros deixaram a pobreza e ingressaram na classe média, alterando positivamente a geografia humana do país, impulsionando a economia de forma inédita e resgatando uma dívida social assustadora do Brasil oficial para com o Brasil real. Foi uma verdadeira revolução, benfazeja e pacífica!
 
Ao lado de Lula, colocando à sua disposição uma capacidade de trabalho invejável, além de competência reconhecida e seriedade a toda prova, estava a Ministra Dilma Rousseff. Primeiro no Ministério das Minas e Energia, onde reorganizou todo o imprescindível setor energético, desmantelado pela incúria e a incapacidade do governo de FHC. Dilma, por delegação direta do presidente Lula e com impressionante obstinação, resolveu a delicada equação de um país que voltava a crescer, porém não tinha energia para impulsionar tal crescimento. Os brasileiros haviam sido penalizados pelo brutal “apagão” durante o governo tucano, quando enfrentamos o racionamento, as multas, o cinismo das explicações mentirosas e – pior de tudo – tivemos a certeza de que, infelizmente, apenas a incompetência e a total ausência de amor ao Brasil justificavam tamanha desgraça para o desenvolvimento nacional.
 
 
Dilma, com seu estilo direto e corajoso, enfrentou e venceu um dos maiores dramas que afligiram nosso país em toda sua histórica republicana. Devemos à sua notável capacidade de gestão, à seriedade com que enfrenta os problemas e reconhecido conhecimento técnico, a solução do “black-out” que FHC e os demotucanos nos deixaram na “herança maldita”.
 
Logo após, em momento delicado, quando as forças da reação ainda inconformadas com a vitória do PT e de seu líder tentaram fomentar um ambiente golpista, propício ao caos político e ao retrocesso institucional, Dilma assumiu a chefia do Gabinete Civil da presidência da República. De tal maneira se houve, tornando-se o braço-direito do presidente Lula e assumindo funções de gerenciamento por ele delegadas, que Dilma Rousseff mais uma vez mostrou a que veio, a seriedade com que trabalha e sua indisfarçável devoção ao serviço público e aos interesses da Nação brasileira.
 
Como gestora do PAC, o “Programa de Aceleração do Crescimento”, Dilma Rousseff lançou as bases do Brasil do futuro, soerguido pelo esforço da equipe comandada por Lula e já admirado e aplaudido pelo mundo, integrando os BRICS e sendo a mais certa aposta dos investidores nesses início de século.
 
O Brasil derrotado da década de 90 e inícios dos anos 2000, escorchado por credores e devastado pela crise social, pela crise econômica, pelo desemprego e pela ausência de infra-estrutura, levantou-se do chão e iniciou decidida caminhada rumo ao sucesso em todos os setores, reorganizando-se, valorizando-se e se dando ao respeito. O Brasil oficial se deparou com o Brasil real e adequou suas políticas sociais e econômicas para fazer frente ao mundo globalizado e competitivo e, mais que isso, responder afirmativamente aos reclamos e anseios de 200 milhões de cidadãs e cidadãos. Assim foi feito. E ao lado de Lula, como presença marcante e indispensável, estava Dilma Rousseff.
 
Dilma foi a gerente capaz, a mulher forte, a companheira incansável, a guerreira sem medo. De sua tenacidade, que coadjuvou o presidente visionário, brotaram obras em todas as áreas onde o Brasil estava perdendo o jogo: rodovias, aeroportos, portos, ferrovias, usinas hidrelétricas, universidades, hospitais, estádios, centros esportivos…
 
A chegada de Dilma à presidência da República foi a continuidade de uma maneira de governar, de um modo de priorizar iniciativas do poder público e realizá-las da melhor forma possível, do comprometimento claro e insofismável com o Brasil e seu extraordinário povo.
 
Dilma enfrentou a ditadura, pagando alto preço, sendo presa e barbaramente torturada. Enfrentou o câncer, encarando-o corajosamente e não entregando os pontos diante dele. Enfrentou a mais sórdida campanha eleitoral de nossa história, quando nada se poupou na tentativa de impedir sua caminhada vitoriosa rumo ao Palácio do Planalto. Dilma enfrentou o terrível preconceito machista, o absurdo dos que não acreditavam na possibilidade de êxito de uma mulher à frente dos destinos de nosso país. Dilma venceu tudo isso. E é mais vitoriosa por jamais ter tido medo e nem cultivar ódio algum.
 
Ao vê-la impondo-se naturalmente por sua postura austera e dura, pela inquebrantável determinação que não conhece limites e pela firmeza com que se apresenta mundo afora e expõe suas idéias diante de qualquer platéia, vejo como Lula foi sábio ao apontá-la como sua sucessora e os brasileiros mais sábios ainda ao elegê-la. Temos no comando de nosso país a sempre guerreira, uma Senhora Presidenta, que a nós nos enche de orgulho e confiança. Salve Dilma!
 
(*) Delúbio Soares é professor
 

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Procurador-geral pede quebra de sigilo do governador do Distrito Federal e do ex-ministro do Esporte

Procurador-geral pede quebra de sigilo do governador do Distrito Federal e do ex-ministro do Esporte
O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pediu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) a quebra do sigilo bancário e fiscal do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), do ex-ministro do Esporte, Orlando Silva (PCdoB), do policial militar João Dias Ferreira e de mais oito empresas e entidades. Todos são suspeitos de envolvimento em um suposto esquema de desvio de dinheiro público do programa Segundo Tempo, da pasta de Esporte. O governador e o ministro negam participação nas irregularidades. De acordo com o G1, a abertura de contas compreenderá o período entre 3 de janeiro de 2005 a 31 de dezembro de 2010. Além disso, Gurgel quer que o STJ tome os depoimentos dos investigados.

Amazonas lançam calendário sexy para arrecadar fundos para caridade

Sete garotas da Sociedade Equestre da Universidade de Leeds, na Inglaterra, lançaram um calendário sexy para arrecadar fundos para uma entidade de caridade. O grupo de estudantes espera conseguir mil libras (R4 2,78 mil) com a venda do calendário, que custa sete libras, segundo reportagem do jornal inglês "Daily Mail".
"Foi uma experiência fantástica e bastante libertadora andar a cavalo com pouca roupa", disse Laura Fielding, destacando que o grupo fez isso "por uma causa boa".
Amazonas lançaram calendário sexy para levantar fundos para caridade. (Foto: Reprodução)Jovens lançaram calendário sexy para levantar fundos para caridade. (Foto: Reprodução)
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